A crise econômica que afeta diversas empresas pelo mundo não chegou nem perto das startups focadas no agronegócio no Brasil. De acordo com um relatório divulgado pela Distrito, nos cinco primeiros meses de 2020 essas empresas de tecnologias já captaram R$ 54,7 milhões. Esse valor, é mais do que a metade de todo o montante recebido durante 2021.

O mercado anda muito aquecido. E apesar de o ecossistema de agtechs ainda ser considerado pequeno, se comparado a outros setores, a cada dia surgem mais empresas focadas em solucionar os problemas do agro. Segundo o documento, em três anos o número de agtechs saltou de 258 para 366.

O estudo da Distrito mostrou ainda as características e principais tendências para empresas que atuam no agro. A principal área de atuação das startups focadas no agro é a agricultura de precisão. Os segmentos de biotecnologia e “novel farming”, que são métodos inovadores de produção agropecuária, também ganharam destaque.

“Desde 2017 observamos como ano a ano tem aumentado o volume aportado nas soluções tecnológicas para o agronegócio. Agora, há espaço para maior diversificação à medida que mais investidores voltam sua atenção para as agtechs brasileiras”, disse Gustavo Gierun, CEO do Distrito.

(Com informações Revista Exame)