Você já ouviu falar em pecuária de precisão? O assunto foi um dos temas em destaque na live “Pecuária de Precisão: Inovações tecnológicas na Pecuária de Corte”, promovida pelo Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) na última quinta-feira (25).

“Quando falamos em pecuária de precisão, as pessoas imaginam um robô ou algo de outro mundo, mas é um processo que começa com a informação e existe uma janela de oportunidades”, afirmou Júlia Barros, coordenadora da Central de Dados da Diretoria de Assistência Técnica e Gerencial (DATeG) do Senar e moderadora do encontro.

Thiago Parente, cofundador e presidente da IRancho, afirmou durante sua fala que os principais objetivos da pecuária de precisão são maior rentabilidade e qualidade de vida. Ele ainda explicou que os quatro pilares da tecnologia na pecuária de corte são a genética, nutrição, manejo e gestão. De acordo com ele, a era da pós-informação será marcada pelo blockchain – rastreabilidade e garantia de origem –, aprendizado de máquina, inteligência artificial e modelos preditivos. “A hora de começar é agora, pois toda tecnologia tem uma curva de aprendizado e implica em uma mudança cultural”, disse.

O pesquisador da Embrapa Pecuária Sudeste, Alberto Bernardi, apresentou algumas fazendas inteligentes que utilizam pecuária de precisão. Conhecidas como “smart farms”, elas usam tecnologias como sensores e equipamentos conectados, Internet das Coisas (IoT), drones, inteligência artificial e robótica para o fazer gerenciamento.

Bernardi afirmou que as etapas da pecuária de precisão são identificação animal, monitoramento, resultados, interpretação e recomendação e tratamento individual.

(Com informações CNA)