Cadê apaixonados por inovação? A NASA e a Agência Espacial Canadense (CSA) lançaram o desafio de US$ 1 milhão: encontrar novas formas de preparar e armazenar comida no espaço. A meta das instituições é desenvolver soluções para manter as refeições frescas, saudáveis e saborosas no espaço. O projeto, chamado Deep Space Food Challenge, (Clique ver o site oficial), está na segunda fase e promete pagar o prêmio para residentes dos Estados Unidos.

Atualmente toda a comida enviado à Estação Espacial Internacional (ISS) é proveniente da Terra. Mas como isso vai funcionar quando começarem as futuras colônias em locais mais distantes, como em Marte, por exemplo? Uma viagem até o planeta vermelho leva de 260 a 330 dias e pedir um iFood não é uma alternativa por lá.

Um dos objetivos traçados pelas agências espaciais é, nas missões no Espaço Profundo, sair da Terra com tudo que for preciso para iniciar a produção de comida no espaço. Por isso criaram o Deep Space Food Challenge. Como fazer isso ser viável?

O projeto foi lançado em 2021 selecionará propostas para novos métodos que promovam um melhor aproveitamento da comida no espaço, para criar refeições nutritivas e verdadeiramente gostosas, que deixarão os astronautas e colonos satisfeitos.

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Essas soluções servirão, inclusive, para lidar com os problemas de produção, armazenamento e distribuição de alimentos aqui em nosso Planeta para combater a fome, a desnutrição e a desigualdade. Mas não se engane, os prêmios em dinheiro são apenas para cidadãos, residentes permanentes ou instituições dos Estados Unidos, e no caso de times, o líder deve ser americano ou ter residência no país; todos os demais, mesmo os canadenses, receberão apenas “prêmios de reconhecimento”, o que não é tão legal assim, né?

Já os cidadãos e empresas dos países na lista de apoiadores do terrorismo do Departamento de Defesa dos EUA (a saber, Cuba, Irã, Coreia do Norte e Síria) estão vetados de participar. O mesmo vale para cidadãos residentes individuais e companhias da China. Mas os indivíduos serão permitidos como membros de times, desde que não tenham nenhum vínculo empresarial e/ou com o governo de Pequim.

A segunda fase promete pagar prêmios de US$ 20 mil para as 10 propostas selecionadas, e de US$ 150 mil para os 5 vencedores, que avançarão para a Fase 3. Mas diferente da fase preliminar, em que as melhores ideias foram selecionadas (e que distribuiu US$ 450 mil), os participantes terão que agora apresentar modelos funcionais de suas propostas, ou seja, provar sua viabilidade nas condições impostas por NASA e CSA.

(Com informações Meio Bit)