Na última segunda-feira (15) a Rússia lançou um míssil terrestre para destruir um de seus satélites. A explosão colocou em risco a vida de sete pessoas que vivem na Estação Espacial Internacional (ISS), por conta de milhares de fragmentos e detritos espalhados pela órbita da Terra.

Foram mais de 1.500 fragmentos rastreáveis e milhares detritos menores impossíveis de localizar, segundo o Departamento de Estado dos Estados Unidos. Esses detritos cruzam com a ISS a cada 93 minutos a uma velocidade de 28 mil quilômetros por hora, colocando em risco a vida de três astronautas americanos, um astronauta japonês, um astronauta francês e dois cosmonautas russos, que vivem no local.

De acordo com o site Tecmundo, além deles, outros três astronautas da NASA e um alemão, da Agência Espacial Europeia, que estavam dentro da SpaceX Crew Dragon, ancorada com a ISS, tiveram que ter mais cautela ao abrir as escotilhas da nave para entrar na estação espacial.

Testes antissatélites

O Comando Espacial dos Estados Unido tem rastreado, durante os últimos dois anos, os testes de sistemas antissatélites da Rússia. Ainda de acordo com o Tecmundo, em 2020, foram identificados dois testes que não destruíram nenhum alvo específico no espaço. Contudo, essa última tentativa acabou com um antigo satélite russo chamado Kosmos 1408, lançado em 1982.

(Com informações Tecmundo)