A ARM Engineering apresentou, na última quarta-feira (11), no circuito de Albi, na França, um carro elétrico modificado com uma célula de combustível alimentada por biomassa e hidrogênio. O veículo quintuplicou a autonomia de fábrica e bateu um recorde mundial superior a 2.000 quilômetros.

Totalmente elétrico, com autonomia de quase 400 km, o automóvel era um Renault Zoe, que recebeu melhorias para completar um trajeto de 2.055,68 quilômetros sem precisar reabastecer.

Para alcançar essa distância ele utilizou uma carga completa de sua bateria e um tanque com 200 litros de G-H3 – um biocombustível produzido a partir de esterco e hidrogênio – que alimentava uma célula de combustível para gerar eletricidade.

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De acordo com Marc Lambec, Presidente da ARM Engineering, o processo utiliza o G-H3 para reformar o hidrogênio “e criar, assim, eletricidade para alimentar a bateria”.

Durante três dias, cinco pilotos se revezaram no volante, das 7h à meia-noite, para bater o recorde de distância de 1.360 km que pertencia a um Toyota Mirai nos Estados Unidos.

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O mecanismo também é adaptável para os carros movidos a combustíveis como gasolina e álcool. “Em um veículo térmico, o dispositivo permite reduzir em 80% as emissões de CO2 e suprimir as partículas finas”, disse Lambec.

(Com informações de G1 Inovação)