Produtores rurais do Brasil todo estão enfrentando um grande desafio por conta da crise de insumos agrícolas. O país hoje importa da China, Rússia e Índia cerca de 76% das matérias-primas para fertilizantes e defensivos agrícolas. A situação está afetando o planejamento da safra 2022/23, mas segundo especialistas, quem apostar em tecnologia pode sair na frente nesta corrida.

Cerca de 84% dos agricultores brasileiros já utilizam ao menos uma tecnologia digital como ferramenta de apoio na produção, de acordo com um levantamento, feito pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). A utilização de ferramentas digitais, além de otimizar o trabalho no campo, também ajuda na aplicação inteligente dos insumos.

Isso acontece porque os equipamentos e softwares disponíveis no mercado ajudam a monitorar o consumo de água, fertilizantes e defensivos químicos, possibilitando um uso sem excessos e proporcionando um aumento de lucro por meio da redução do consumo.

“Quando se usa toda uma gama de ferramentas para adoção de inteligência agronômica, como acompanhamento da qualidade do solo, consegue-se fazer o gerenciamento desses dados para realizar uma aplicação localizada e eficiente, além de utilizar a fertilidade já existente no solo”, falou o diretor técnico da consultoria Mundo Agri, Emerson Morais.

Essas ferramentas tecnológicas armazenam dados preciosos sobre a produção. Por meio da utilização desses recursos, é possível realizar um acompanhamento contínuo que, inclusive, ajuda o agricultor na tomada de decisões. Assim, as aplicações são feitas apenas quando é necessário.

Trata-se de uma tecnologia essencial para manter a produção funcionando sem riscos de perdas.

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(Com informações de Agrolink)